segunda-feira, 23 de novembro de 2009

SEM CELEBRAÇÕES EM 2009.


Os sonhos de 2009 acabaram. Não estaremos nem na Libertadores. Este blogueiro está com a cabeça vazia e com a boca amarga.



Nada a comentar nestas condições.


Aguardaremos 2010 com ansiedade. É só o que nos resta!


2009 foi mais um ano sem celebrações, a não ser o resgate moral promovido pelo presidente.


Mais nada!

Quando teremos um time confiável dentro de campo?

Quando teremos um técnico realmente capacitado a levar o time à superação dos adversários e de si mesmo?

Até quando viveremos só de esperanças?



domingo, 22 de novembro de 2009

DAQUI A POUCO, UM JOGO QUE VALE 100 PONTOS.

Dentro de poucas horas, o Atlético entra em campo para uma batalha que pode estabelecer a diferença entre os fracos e os fortes. Entre a criança e o homem.

Embora encarando pedreiras monumentais nos últimos jogos, desta vez vai enfrentar uma com a dureza de um diamante bruto.

Primeiro, porque o Internacional é um time com excelentes valores individuais.

Segundo, porque é um encontro de dois times que estão com a mesma pontuação (56 pontos), ambos lutando por uma vaga na Libertadores e quem ganhar alça vôo para o céu, ao mesmo tempo em que empurra o adversário para as profundas dos infernos. É o chamado jogo de 6 pontos com a importância de 100.

Chegamos a uma encruzilhada com dois caminhos. Um para as cabeças, o outro para o limbo da sulamericana. Esta é a mais crua verdade.

Se escolhermos a trilha da Libertadores, teremos de incorporar a atitude corajosa dos fortes e a fibra dos vencedores, virtudes que nos faltaram nos últimos embates e que terão de ser redescobertas custe o que custar.

Redescobrindo-as, a equipe readquire a sua alma e alcança a vitória, seja lá contra quem for.

Não há mais tempo para vacilações e nem espaço para o medo de ser feliz. O Galo, hoje, é obrigado pelas circunstâncias a vencer, vencer e vencer. Um empate não basta. As coisas terão de ser resolvidas ainda hoje.

Com esse pensamento em mente, entrará em campo com: Carini, Carlos Alberto, Werley, Welton Felipe e Feltri; Jonilson, Correa, Márcio Araujo e Ricardinho; Éder Luis e Diego Tardelli.

Vamos pra cima deles, meu Galo! Vamos alegrar a nação atleticana!

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

OS NOVOS PATROCÍNIOS, SEGUNDO UM ATLETICANO.

Apesar do mar de especulações que apontavam como prováveis parceiros várias empresas internacionais de grande porte, o presidente Kalil apresentou hoje o pacote de patrocínio para 2010 com duas empresas mineiras e uma de âmbito nacional.

Em termos financeiros, não faz diferença nenhuma se são daqui ou do exterior. Em termos de status é que seria bacana ostentar na camisa o nome de uma empresa com peso mundial. Mas nada além de status, pra dizer a verdade. Uma futilidade que não está, pelo menos por enquanto, em nosso script preto e branco. Objetivamente, o que importa é o vil metal que entrará nos cofres.

Sendo assim, Kalil anunciou os novos parceiros:

Patrocínio-Master: BMG do Ricardo Guimarães, um ex-presidente do Atlético, de funesta lembrança, o homem que levou o glorioso Clube Atlético Mineiro à segunda divisão, a maior vergonha de nossa história. E é o maior credor do clube.

Um dinheiro que ele foi emprestando e, como presidente, ele mesmo foi gastando. Pelo jeito, gastou muito mal a verba que saiu de seu próprio bolso, pois logo depois o time afundou fragorosamente nas sombras da série B.

Por causa disso, o BMG tem uma rejeição tão alta entre os alvinegros. Ouso dizer que quem vai pagar o pato será o novo fornecedor de material esportivo.

O volume de vendas de camisas ostentando o nome BMG não será, com certeza, aquela Brastemp toda.

Duração do contrato: 2 anos.

Patrocínio das mangas das camisas: Ricardo Eletro. Empresa mineira do ramo de eletrônicos.

Duração do contrato: 1 ano.

Patrocínio e fornecimento de materiais esportivos: Alpargatas. Esta empresa é dona das marcas Mizuno, Topper e Rainha. Uma destas três, muito provavelmente a Topper, receberá a suprema honraria de confeccionar o manto sagrado e expor sua logomarca no alto do peito. Não venderá tantos produtos, mas é um preço que se paga quando o patrocinador-master é o BMG. Mas compensará com uma exposição imensa, o que, na verdade, é o que importa.

Duração do contrato: 3 anos.

Os valores não foram divulgados.

O presidente Kalil continua afirmando que este pacote envolve cifras 3 vezes maiores que o último patrocínio (FIAT). Eu acredito nele porque é, desde Elias Kalil (seu pai), o melhor presidente do Atlético. E eu o respeito.

Disse também que não existe nenhuma cláusula no contrato que vincule o valor de patrocínio ao abatimento da dívida do RG. O dinheiro entrará de forma integral. A dívida foi auditada e será uma negociação do Conselho. Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Fim.

Com isso, teremos de aturar novamente Ricardo Guimarães na administração do Atlético? Claro que não. É um patrocínio como outro qualquer. O dinheiro do BMG entrará, mas nada e ninguém além dele. Aos atleticanos que temem essa probabilidade como o diabo teme a cruz, fiquem tranquilos. É impossível que aconteça uma tragédia de tal magnitude.

Se eu estiver errado _ o que duvido _ fecho o blog imediatamente e vou atrás de coisas menos decepcionantes. Como falar de literatura, por exemplo.


Alexandre Kalil é centralizador, severo e cioso demais de seu comando para admitir uma coisa dessas, sequer em sonhos... ou pesadelos.

Eu não fui favorável ao patrocínio do BMG, mas serei sempre a favor do Galo e de Alexandre Kalil.

Afinal, ele já fez milagres o suficiente. Agora precisa de suporte financeiro...e do nosso apoio.

ES UNA PENA, PERO... HASTA LA VISTA, MUCHACHO!!!

Quando Renteria chegou, eu vibrei com a sua contratação.

Já o tinha visto jogar pelo Internacional e o que vi me encheu os olhos. Era um jogador serelepe, daqueles encardidos, habilidoso, perigosíssimo dentro da área...

Virava a vida de qualquer zagueiro de cabeça para baixo.

Hoje eu tenho a impressão de ter sonhado tudo isso e transformado um simples devaneio em realidade. É a única explicação que encontro.

No Galo, Renteria joga (quando joga) meio travado, engessado, sem domínio de bola, sem noção de colocação dentro da área (o que compromete seu senso de oportunismo), não consegue concatenar nem uma tabela, nem uma jogada sequer...

Enfim, Renteria não conseguiu ser para o Galo o que foi para o Internacional.

Não é por aqui nem sombra do ídolo que foi por lá. E nem será.

Não tem mais tempo para isso, pois seu contrato está vencendo e duvido que seja renovado, dado o custo X benefício em vermelho.

E eu, que botava uma fé monstruosa no neguinho, tenho de reconhecer: Renteria, infelizmente, foi frustrante.

Cheguei a pensar que, com a chegada de Ricardinho, ele fosse melhorar, pois Ricardinho mete as bolas entre os zagueiros como poucos neste país. E em sua carreira, Renteria já marcou muitos gols nesse tipo de jogada.

Mas não adiantou. Renteria costuma correr muito atrás dos zagueiros quando estes têm a posse da bola. Mas, curiosamente, corre pouco para se deslocar. E quem se desloca tem preferência, de acordo com o velho ditado.

E aí, nem o melhor meia-armador do mundo conseguiria achá-lo.

Sinceramente, sinto uma pena danada por ver um jogador de seu nível (pois é de bom nível, só não o foi por aqui), passar pelo Galo como um bruxulear fugaz de uma chama de vela.

Não sei o que foi determinante para tão baixa produtividade. Se foi mal aproveitado no esquema ou se ele não conseguiu entrar em excelente forma.

Nem tampouco _ e não creio nisso _ se ele próprio não se esforçou o suficiente para dignificar o manto.

Só sei que Renteria foi uma decepção completa para os que tinham uma alta expectativa em seu futebol, como eu.

As montanhas de Minas e um belo horizonte não foram capazes de lhe proporcionarem tanto bem quanto os pampas gaúchos.

Então, Renteria, só resta despedirmo-nos.

Hasta la vista, muchacho, em outras plagas.


quinta-feira, 19 de novembro de 2009

RESULTADO DA PESQUISA

Você acredita que, faltando apenas 4 rodadas...

1 - O Galo vai ser campeão brasileiro 2009.
44%
2 - O Galo vai se classificar para a Libertadores.
46%
3 - Nem um nem outro. Fica na sulamericana.
10%


Esta pesquisa foi colocada no blog 4 dias ANTES do jogo contra o Coritiba. Até então, a resposta 1 era a vencedora, com 52%. A 2 estava com 38%. A 3 permanecia com 10%.

Após o jogo, as expectativas mudaram. Tenho a impressão que, se a pesquisa continuasse no ar, o quadro ora apresentado seria bem diferente.

Obrigado aos participantes.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

UMA REUNIÃO NO GALO... E UMA NOVA ATITUDE!

Reunião no Galo.

O grupo de jogadores se encontra no auditório, esperando a chegada de Celso Roth, que ligou avisando que se atrasará devido a um engarrafamento na Pedro I.

Alguém sugere que eles mesmos, os jogadores, façam a reunião. Todos concordam.

Na sequência, Ricardinho fala: _ A Libertadores está à nossa porta, moçada. Temos de tomar uma atitude, senão perderemos a chance.

Márcio Araújo: _ O time tá devagar demais. Um não está cobrindo o espaço do outro, estamos sem pegada, jogando separados...

Jonilson: _ Tá tudo caindo em cima de mim no meio. Quando penso que não, já têm 3 ou 4 adversários trocando passes por ali. Fico que nem joão bobo...

Tardelli: _ ... e eu tenho de voltar pra buscar as bolas no meio. Tô jogando longe demais do gol, gente. Desse jeito, como vou marcar os gols que o time precisa?

Carini (num portunhol claudicante): _ Los defensores estão a bater las cabeças. Estoy a sair en las pelotas a toda hora por non confiar...

Carlos Alberto o interrompe: _ É... preciso treinar mais cruzamentos...

Feltri: _ E eu preciso treinar TODOS os fundamentos.

Werley: _ Eu...

Éder Luis se antecipa: _ Eu preciso de lançamentos, cambada. Sou um cara rápido e não recebo nem uma bola nas costas dos zagueiros!

Correa: _ No jogo passado, eu tive de correr dobrado e não adiantou nada. Ninguém abria pra receber. Corri a toa...

Werley: _ Eu...

Benitez: _ Tive que hazer una falta contra nosostros por causa de un lateral mal batido. Cosa de principiante, muchachos.

Ricardinho: _ Temos de conversar, trocar idéias, nos unir dentro do campo, jogarmos mais agrupados, mais compactados ali no meio. Vibrar mais...

Marques o interrompe: _ Mais vergonha na cara...

Ricardinho balança a cabeça, concordando. E continua: _ Eu não vim pra cá para disputar Sulamericana, moçada. Contra o Internacional, temos de dar a vida... vai ser um vexame horroroso ficar fora da Libertadores.

Tardelli: _ E eu dependo de gols para disputar a Copa. Preciso receber lançamentos e não passar o jogo desarmando e lançando.

Werley: _ Eu...

Ricardinho: _ Temos de jogar por nós. Temos de ter a atitude de entrar em campo e passar por cima do Internacional. Agora vamos acertar o posicionamento de cada um...

E a reunião prossegue com os jogadores estabelecendo as mudanças que a equipe necessita em todos os setores. Quando consideram que tudo está ajustado e que cada um assimilou o novo espírito, Celso Roth entra na sala.

Celso Roth: _ Desculpem o atraso, rapaziada. O trânsito está infernal, tchê! Mas vamos à reunião.

E fala uns 40 minutos diante de uma platéia sonolenta e bocejante, pois tudo já tinha sido dito.

Acaba o evento. No corredor, já do lado de fora, Celso Roth se encontra com Kalil. Este lhe pergunta: _ Foi boa a reunião?

E Celso responde: _ Excelente, presidente. O grupo está, cada vez mais, na minha mão. Até identifiquei sinais de que vamos ser campeões.

Kalil olha dentro de seus olhos, nada comenta e se afasta, com ar preocupado e o cenho franzido.



(Esta reunião não aconteceu da forma como está descrita. Trata-se puramente de um exercício ficcional. Se algo no texto se aproxima da realidade, deverá ser considerado apenas como uma mera coincidência).

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

ENFIM, O PATROCÍNIO MASTER DO GALO CHEGOU EM DOSE TRIPLICADA!

O presidente Kalil anunciou hoje que o contrato de patrocínio master do clube está firmado, mas não quis adiantar o nome da empresa ou do grupo empresarial que apostou no Atlético.

Tenho certeza que Kalil não faria um anúncio tão sério para as esperanças do clube e da torcida se as negociações já não estivessem preto no branco, devidamente sacramentadas e com as rubricas nas linhas certas.

Diga aí, meu presidente:

"Vamos sentar e apresentar ao Conselho (Deliberativo) no dia 24 ou 23, se não me engano, um orçamento de quase R$ 100 milhões. É um orçamento que nós conseguimos e lutamos muito para tê-lo. É uma realidade. O Atlético dobra seu orçamento. Temos os clubes de lazer equilibrados. O Atlético está hoje em uma situação em que o nosso lucro no futebol do ano que vem, do futebol operacional, gira em trono de R$ 18 a R$ 25 milhões.

E Kalil prossegue:

"Nós fechamos o maior patrocínio da história do futebol mineiro. Ainda não vou falar, não adianta. É muito grande. Eu sabia que ele viria. Era só ter calma. O patrocínio corresponde a três anos do último patrocínio do Atlético. Nós triplicamos o valor da marca esportiva".

Para nós, torcedores, é uma notícia altamente auspiciosa. Principalmente em relação à saude financeira do clube, traduzida no fortalecimento do futebol, do time, que é o que mais nos interessa.

Essa notícia nos dá a garantia de que, em 2010, o Galo vai construir uma sólida equipe, pronta para encarar, de igual para igual, qualquer time deste país.

O fato de Kalil ter feito um contrato de patrocínio em valores triplicados, nos dá a certeza de que a incompetência vicejou altaneira nos últimos anos. E que o mesmo fato confirma que Kalil chegou para fazer história, como seu pai.

Teve paciência, não se desesperou (e nem abriu um berreiro como aquele presidente de triste lembrança), valorizou a marca Clube Atlético Mineiro e por fim, fechou o negócio em cifras dignas deste clube grandioso.

Kalil é o cara. Este é o homem. Por mim, ele ficaria no comando do Galo a vida inteira.

Está na hora de decretarmos no Atlético a era do império, a era da dinastia Kalil.

Sinceramente, eu sou um democrata por convicção, mas tô por aqui com esses canalhas que infestaram o Galo e quase acabaram com ele. E para Kalil não há substituto, pelo menos a curto prazo.

Mas, enfim, o que esperávamos com ansiedade chegou em dose triplicada. O patrocínio-master do Galo vai contribuir para um timaço em 2010.

Isso é o que esperamos ansiosamente!

sábado, 14 de novembro de 2009

O QUE VALE MAIS? A SORTE OU A PERSONALIDADE DE UM TIME?

Estamos com uma sorte dos diabos, essa é que é a verdade.

Tenho a impressão que, sustentados nessa sorte, os jogadores de nosso time não se importam de errar passes de 3 metros, correr pouco, ver o adversário passar em direção ao gol, perder divididas... nada disso.

A sorte que este ano pousou em nosso quintal é de fazer cego enxergar colorido em questão de minutos. É de fazer um mendigo ganhar a mega-sena todas as semanas.

Pois acreditem os incrédulos, apesar da nossa vexatória derrota para um timinho vagabundo (que me desculpem os torcedores do Coritiba, mas é a mais sacrossanta verdade), ainda estamos no G-4.

Porque esse milagre? Porque o Grêmio nos fez o favor de meter um gol nas marias no finalzinho do jogo.

Não foi pelas nossas pernas. Foi pelas pernas dos gremistas.

Se dependesse de nossos jogadores, o Galo estaria hoje lá pelo meio da tabela.

Quantas vezes tivemos a oportunidade de assumir a liderança? 5 vezes, eu respondo. 5 vezes com tudo escancarado, bastando para isso cumprirmos o dever de casa.

Quantas vezes conseguimos? Nenhuma vez. Não fomos capazes, não tivemos culhões e nem personalidade para alcançar a meta. Não fomos machos o suficiente para atropelar todo mundo quando tínhamos tudo para sermos campeões até mesmo antecipadamente, amparados por essa sorte tamanha que, se remexermos na memória, nunca esteve do nosso lado com times muito superiores a este.

Não me venham dizer: Ah, você é um dos mentores da campanha para apoiar incondicionalmente o Atlético nos últimos jogos!

E eu lhes respondo: Continuo a favor do apoio incondicional ao Galo até o apito final do último jogo, seja lá qual for a posição na tabela.

Mas não consigo ser falso e muito menos cego. Não vou desrespeitar a seriedade deste blog escondendo o sol com a peneira, como se isso fosse a tradução mais fiel do atleticanismo. Atleticanismo é quando você apoia de forma absoluta o time, mas nem por isso você se torna cego, mudo e surdo.

Nem vou criar ilusões ensandecidas como se o nosso time fosse o melhor do mundo. Não é e necessita, para 2010, de muitas incisões cirúrgicas, principalmente na alma.

Podem existir atleticanos tão atleticanos quanto eu, mas mais é impossível. Aliás, duvido muito que exista alguma pessoa menos atleticana que eu, pois atleticano é tudo igual. Somos todos ligados no último volume.

Portanto, como atleticano, me julgo no direito de criticar Márcio Araújo (desligadasso), Feltri, Tchô (um caso perdido), Carlos Alberto e Jonilson (que não jogou nada hoje). Foram meras figuras decorativas em um jogo que tinham tudo para serem protagonistas.

Devo dizer que Carini foi o melhor do Galo. Se não fosse ele, levaríamos uma sonora goleada de um time limitadíssimo que lutava para não cair para a segunda divisão. Volto a repetir: temos novamente um senhor goleiro depois de muitos anos com o gol vazio.

Correa correu como um louco. Deu um sangue atroz. Tardelli também. Éder Luis idem. Ricardinho se esforçou, mas não rendeu o que se esperava dele, embora desse o passe para o gol. Benitez cometeu um penalti ridículo, mas foi um senhor zagueiro durante quase toda a partida. Werley é um defensor esforçado, nada mais. Mas pelo menos deu suor.

Enfim, o Galo tremeu no Couto Pereira. E não é isso que queremos ver. Aliás, o Galo vem tremendo como vara verde na reta final.

Não é justo irmos para a Libertadores dependendo só da sorte.

Porque a taça, meu amigo, adeus!

E que essa sorte me desminta, pelo amor de Deus!!!